Intervenção 2 - Ideias para a intervenção

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Ideias iniciais:


A primeira ideia que tivemos, foi bastante espelhada na rede de elásticos da Lygia. A intervenção seria composta por redes de diferentes texturas e materiais amarradas nas árvores do pomar, e os usuários iriam interagir utilizando o próprio corpo. Essa primeira proposição explorava o conceito de site specific através das próprias redes. A experimentação e a curiosidade também seriam despertadas, através do estranhamento inicial que as estruturas causariam no ambiente, a uma primeira vista. 







 A segunda seria um "teto" de luzes, isto é, uma grande quantidade de lâmpadas pequenas que seriam penduradas em diferentes alturas, quase formando um teto sólido. Esse teto fazia alusão à irregularidade do terreno, trazendo a ideia do site specific.  As lâmpadas se acenderiam de acordo com o movimento das pessoas,seguindo um "caminho" aleatório pelo pomar a cada ativação. As luzes guiariam o olhar das pessoas pelo ambiente, despertando o olhar atento. As luzes seriam acesas através de um sistema de programação que ainda seria definido.









 A terceira seria feita com "caminhos" de led compostos por pequenas luzes, que subiriam as árvores, fazendo alusão aos vasos condutores presentes nas folhas das mesmas. As luzes seriam acesas e percorreriam um caminho diferente toda vez que o usuário interagisse, proporcionando as mesmas sensações da ideia anterior. A programação usada também estava em discussão. 











Ideias reinformadas:

A partir das ideias anteriores e tomando o as discussões em grupo sobre design de interação como referência, chegamos a um modelo de intervenção. Ela seria composta por um teto de luminárias que cobririam toda a área do pomar. O formato das mesmas faria alusão à irregularidade do terreno (site specific). As luzes se acenderiam conforme os usuários passasem por debaixo da estrutura, com ldr's sendo usados para detectar a presença dos mesmos.




Ideias "re-reinformadas":

A partir do workshop de eletrônica, tivemos a ideia de usar objetos de plástico que fariam alusão à forma do relevo. Eles se iluminariam com luzes de cores diferentes, também de acordo a interação dos usuários, seja com lâmpadas coloridas ou com luz branca e auxílio de papel celofane colorido. Já nas ruínas presentes no local, faríamos a projeção de algo que remetesse ao passado da Casa da Glória, o que logo foi substituída por cortes com formas aleatórias e indefinidas em placas de papelão que seriam refletidas no talude para manter uma maior interação do usuário com a intervenção e não se basear em algo meramente contemplativo.

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